A medida do que queremos fazer pode ser o tempo que vamos gastar a fazer um projecto. Posso querer acabar uma peça num serão ou em vários meses. Seja qual for a dimensão do que pretendo iniciar gosto de fazer uma estimativa do tempo que vou precisar para concluir.
Nem sempre é fácil, mas na maioria dos casos é possível fazer esse cálculo com uma variação abaixo de 20%.
Esta gola, Lacy Gaiter, feita com fio Noro Silk Garden Sock, foi realizada em 1 serão. Tinha acabado de fazer o meu dominó, e estava com muita vontade de experimentar este fio.
Em que casos escolho um projecto para uma medida de tempo curta:
1 - Quando quero experimentar um fio novo e prefiro ver primeiro o resultado antes de me aventurar numa peça maior.
2 - Quando acabei um projecto e estou indecisa em relação ao que vou iniciar. Para as agulhas não pararem faço um projecto rápido que me ocupe no máximo um ou dois serões.
3 - No meio de um projecto de maiores dimensões, para desanuviar.
4 - Também é bom um projecto de curta duração quando se sai e quer levar o tricot.
No caso desta gola foram as razões 1 e 2 que me levaram a fazê-la.
De ponto em nó
10 Fevereiro 2013
20 Janeiro 2013
E os quilts?
Em 2012 fiz quilts, ensinei com se fazem e ajudei a fazer alguns. Nem todos foram fotografados e nem todas as fotografias estão nas melhores condições. Mas fica aqui um muito pequeno resumo do que se passou.
O marcar de uma nova etapa.
Para a Ana Sofia,
Para a Catarina
e para a Fátima, os seus primeiros quilts,
O primeiro quilt da Esmeralda brilhou.
Os quilts da Maria João voam para muito longe, onde está o coração.
Para a Irene, os grandes desafios.
A Fernanda e os grandes quilts. Escolhidos por e para quem mais os aprecia.
Da Sara, quilts que envolvem bébés.
Da Fernanda
e da Elisabete, quilts feitos devagar, milimetricamente.
Quilts para dar conforto nas noites frias.
Quilts para aprender a fazer e gostar de quilts.
O quilt da Hemi, de quem agora nos separa o Atlântico.
Este percurso continua em 2013.
O marcar de uma nova etapa.
Para a Ana Sofia,
Para a Catarina
e para a Fátima, os seus primeiros quilts,
O primeiro quilt da Esmeralda brilhou.
Os quilts da Maria João voam para muito longe, onde está o coração.
Para a Irene, os grandes desafios.
A Fernanda e os grandes quilts. Escolhidos por e para quem mais os aprecia.
Da Fernanda
e da Elisabete, quilts feitos devagar, milimetricamente.
Quilts para dar conforto nas noites frias.
Quilts para aprender a fazer e gostar de quilts.
O quilt da Hemi, de quem agora nos separa o Atlântico.
Este percurso continua em 2013.
17 Janeiro 2013
malha de liga
Pensei em vários nomes para este post mas definitivamente ganhou a malha de liga.
Para quem faz tricot à portuguesa (e será a maioria das portuguesas), sabe como é fácil tricotar sempre em liga. Vê-se televisão, tricota-se em frente ao computador, conversa-se, tudo sem olhar para o trabalho. Basta um olhar nos mates ou outros pormenores que exijam mais atenção.
Há muitas malhas e técnicas que se podem fazer em liga ou predominantemente em liga e se se quiser fazer um tricot rápido esta será uma boa opção.
No último encontro de tricot iniciou-se um novo trabalho e uma das hipóteses foi o dominó, uma técnica de quadrados muito simples mas com um sem número de possibilidades. O Dominó é uma das técnicas que se pode fazer integralmente em liga. É adequada a quem começa a tricotar mas pode ser um desafio para quem tem mais experiência. Ideal por isso no nosso encontro.
A técnica escolhida foi comum mas as peças vão ser diferentes e por isso estou ansiosa pelo próximo encontro para ver os TPCs. O meu está a andar!
04 Janeiro 2013
Os encontros de tricot
Hoje a Elisete telefonou-me.
Estou cheia de saudades dos encontros de tricot. Quando é o próximo?
Tão bom saber que este pedacinho do serão é tão importante na nossa semana. Tão bom ver que, quem pouco sabia, já faz em tricot os presentes de Natal. E o frio ainda está para durar!
Estou cheia de saudades dos encontros de tricot. Quando é o próximo?
Tão bom saber que este pedacinho do serão é tão importante na nossa semana. Tão bom ver que, quem pouco sabia, já faz em tricot os presentes de Natal. E o frio ainda está para durar!
27 Dezembro 2012
O tempo e o tricot
A Margarida gosta em particular dos modelos de tricot franceses e é fã dos gorros, boinas outros acessórios.
Este gorro da revista Phildar gastou apenas um novelo de fio cordatta e enquadra-se no conceito "one skein project". Rápido, simples de executar e um resultado muito divertido.
Se tem pouca paciência ou pouco tempo para projectos longos mas tem um serão disponível, mãos ao trabalho!
Este gorro da revista Phildar gastou apenas um novelo de fio cordatta e enquadra-se no conceito "one skein project". Rápido, simples de executar e um resultado muito divertido.
Se tem pouca paciência ou pouco tempo para projectos longos mas tem um serão disponível, mãos ao trabalho!
26 Dezembro 2012
one skein project
Já trazia uma ideia vista no Ravelry o projecto foi iniciado.
Esta situação é uma das que se enquadra perfeitamente no conceito "one skein project". As peças consomem apenas uma meada ou um novelo e por isso são quase sempre mais simples e com uma duração mais curta e previsível.
Nos últimos tempos muitos dos meus trabalhos de tricot (que não tenho mostrado aqui) têm sido também feitos com um novelo ou uma meada.
A razão mais evidente para esta opção, no meu caso, é poder experimentar os fios que chegam à loja, quer pelo gosto de os tricotar quer também para conhecer o seu comportamento e poder partilha.r isso com quem os quer experimentar.
Um meus projectos "one skein" foi o xaile Multnomah, de Kate Ray, disponível no Ravelry. Permitiu-me experimentar uma meada do fio Abuelita 4ply e acabei-o em cerca de 6 horas.
Os "one skein projects" abrem um mundo de possibilidades e ainda há muito a dizer sobre este assunto.
24 Dezembro 2012
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